JESUS CRISTO

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Jesus Cristo


Jesus, Deus e Homem

 

A segunda Pessoa da Santíssima Trindade tornou-se um homem. Jesus Cristo. Sua mãe foi Maria de Nazaré, filha de Joaquim e Ana. José, esposo de Maria, era como um pai para Jesus. O verdadeiro e único Pai de Jesus é Deus;

Ele não teve pai humano.

Concebido no seio de Maria pelo poder do Espírito Santo, Jesus nasceu em Belém da Judéia entre os anos 6 e 4 A.C.. Ele morreu no Calvário (fora da antiga Jerusalém), quando ainda era relativamente moço, provavelmente aos trinta e poucos anos.

Ele é uma só Pessoa, mas tem ambas as naturezas, a divina e a humana, É verdadeiramente Deus e é também verdadeiramente um ser humano. Como Deus, tem todas as qualidades e atributos de Deus. Como ser humano, tem corpo humano, alma humana, inteligência e vontade humanas, imaginação humana e sentimentos humanos.

Sua divindade não suplanta sua humanidade, nem interfere nela e vice-versa. No Calvário morreu realmente; experimentou a mesma espécie de morte que todos os seres humanos experimentam. Mas ao morrer, tanto na morte como depois dela, Ele permaneceu Deus.

Após a morte, Jesus "desceu aos infernos". A palavra infernos nesta frase do Credo não significa o inferno eterno dos condenados. Significa a Hades, "o mundo inferior": a região dos mortos, a condição daqueles que partiram desta vida. (Isto transparece das referências do Novo Testamento, tais como 1Pdr 3,19s; 4,6; Ef 4,9; Rom 10,9; Mt 12,40; At 2,27.31). Fundamentalmente, pois "desceu aos infernos" significa que Jesus realmente morreu e se associou aos mortos como seu Salvador.

Na Liturgia, o Sábado Santo exprime esse aspecto do mistério da salvação: a "morte" ou ausência de Deus.

A oração de Jesus moribundo - "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste" (Mc 15,34) - encontra seu eco na vida de muitos cristãos. "Desceu aos infernos" exprime o brado de Jesus no desamparo da agonia, a Sua experiência de se apegar ao Pai neste momento de extrema aflição. Exprime também o que muitos católicos experimentam quando Deus aprofunda o seu amor por Ele fazendo-os sentir como é um inferno a vida sem o sentimento da sua presença.

Jesus ressuscitou dos mortos na manhã de Páscoa. Hoje Ele está vivo com o Pai e o Espírito Santo - e também no meio de nós. Ele ainda é Deus e homem, e sempre o será.

Ele vive.

E Sua passagem da morte para a vida é o mistério de salvação a que todos nós somos destinados a partilhar.

 

Cristo, Revelação e Sacramento de Deus

 

Pela sua pregação e pela sua morte e Ressureição, Jesus é não só o revelador, mas também a revelação de Deus. Em seu Filho. Jesus é-nos mostrado quem é o Pai. Como revelação de Deus, Jesus é não só o acesso de Deus à humanidade, mas também nosso caminho para Deus.

Jesus é o maior sinal da salvação de Deus no mundo - o centro e o instrumento do encontro de Deus com você. Por isso, nós o chamamos de sacramento original. A graça que Ele comunica a você é Ele prórpio. E através desta comunicação dele, você recebe a autocomunicação total de Deus. Jesus é a presença salvífica de Deus no mundo.

 

Cristo, o Centro da sua vida

 

Hoje Jesus vem a você, influenciando positivamente sua vida de várias maneiras. Ele vem a você na sua Palavra: quando lhe é de pregada a Palavra de Deus, ou quando você lê a Bíblia com respeitosa atenção. Ele também está ativamente presente a você nos sete sacramentos, especialmente na Eucaristia. Um outro modo de você encontrar Jesus é nas outras pessoas. É o que lemos na cena do juízo final no Evangelho de São Mateus: "Então os justos lhe responderão: 'Senhor, quando foi que te vimos com fome e te alimentamos, ou com sede e te demos de beber?'... Ao que lhes responderá o rei: 'Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmão mais pequeninos, a mim o fizestes' " (Mt 25, 37-40)

A igreja católica acredita que Jesus de Nazaré é o centro de nossas vidas e do nosso destino. No seu documento Gaudium et Spes sobre a Igreja no Mundo Moderno, o Concílio Vaticano II afirma que Jesus é "a chave, o centro e o fim de toda a história humana" (nº 10). Com São Paulo, a Igreja crê que "todas as promessas de Deus encontram nele o seu SIM" (2Cor 1, 20)