QUEM É JESUS?

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QUEM É JESUS?

O BOM

Quem é Jesus Cristo?

 

Jesus é o Filho de Deus Vivo. Mt 16,16 Ele é a imagem de Deus invisível, o Primogênito de toda a criação. Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis. Tronos, dominações, principados, potestades: tudo foi criado por Ele e para Ele.

Ele existe antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem nEle. Ele é a Cabeça do corpo, da Igreja. Ele é o Princípio, o primogênito dentre os mortos e por isso tem o primeiro lugar em todas as coisas. Cl 1, 15-18 "Veio de Deus" (Jo 13,3), "desceu do céu" (Jo 3,13; 6,33), "veio na carne", pois "o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e nós vimos sua glória, glória que Ele tem junto ao Pai, como Filho único, cheio de graça e de verdade...

Pois de sua plenitude nós recebemos graça por graça" (Jo 1,14-16). Nele se cumpre as promessas que Deus fez a Abraão e a sua descendência, no tempo do rei Herodes e do imperador César Augusto, enviando «o Seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sujeitos à Lei, e nos tornar seus filhos adotivos» (Gal 4, 4-5).

Como e Onde nasceu Jesus?

Jesus Cristo foi concebido pelo poder do Espírito, nasceu da Virgem Maria, na cidade de Belém, no tempo do rei Herodes Magno e do Imperador César Augusto. Carpinteiro de profissão, morto e crucificado em Jerusalém, sob o procurador Pôncio Pilatos, durante o reinado do Imperador Tibério Assumiu um corpo animado por uma alma racional humana. Como homem, o Filho de Deus tinha um conhecimento íntimo e imediato de Deus seu Pai. Penetrava igualmente os pensamentos secretos dos homens e conhecia plenamente os desígnios eternos que Ele viera revelar.

Foi concebido por obra do Espírito Santo no seio da Virgem Maria e sem a colaboração de homem: «O Espírito Santo descerá sobre ti» (Lc 1, 35), disse-lhe o Anjo na Anunciação. Ele é o Filho do Pai celeste, segundo a natureza divina, e Filho de Maria segundo a natureza humana, mas propriamente Filho de Deus nas suas naturezas, existindo nEle uma única Pessoa, a divina. (Compêndio do Catecismo da Igreja Católica. nº 98)

Durante a vida oculta em Nazaré, Jesus permanece no silêncio duma vida normal. Permite-nos assim estar em comunhão com Ele, na santidade duma vida quotidiana feita de oração, de simplicidade, de trabalho, de amor familiar.

A sua submissão a Maria e a José, seu pai putativo, é uma imagem da sua obediência filial ao Pai. Maria e José, com a sua fé, acolhem o Mistério de Jesus, ainda que nem sempre o compreendam.

Jesus é Deus?

Jesus é a 2ª Pessoa da Santíssima Trindade, sendo assim, Jesus é Deus, com o Pai e o Espírito Santo. Deus de Deus, Luz da Luz, Deus Verdadeiro de Deus Verdadeiro. Gerado, não criado, consubstancial ao Pai (da mesma substância), por Ele todas as coisas foram feitas. Jesus é, inseparavelmente, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade da sua Pessoa divina.

Fez-se verdadeiramente homem, nosso irmão, sem com isto deixar de ser Deus, nosso Senhor. Perfeito na sua divindade e perfeito na sua humanidade; verdadeiro Deus e verdadeiro homem, composto de alma racional e de corpo, consubstancial ao Pai pela sua divindade, consubstancial a nós pela humanidade, “em tudo semelhante a nós, exceto no pecado” (Heb 4, 15); gerado pelo Pai antes de todos os séculos, segundo a divindade e, nestes últimos tempos, por nós homens e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria e Mãe de Deus, segundo a humanidade». Dado pelo Anjo no momento da Anunciação, o nome «Jesus» significa «Deus salva». Exprime a sua identidade e a sua missão, «porque é Ele que salvará o seu povo dos seus pecados» (Mt 1,21).

Pedro apóstolo afirma que «não existe debaixo do céu outro Nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos» (At 4,12). Jesus é o Filho Unigênito de Deus, no sentido único e perfeito. No momento do Batismo e da Transfiguração, a voz do Pai designa Jesus como seu «Filho predileto».

Apresentando-se a Si mesmo como o Filho que «conhece o Pai» (Mt 11,27). Jesus afirma a Sua relação única e eterna com Deus Seu Pai. Ele é «o Filho Unigênito de Deus» (1 Jo 2, 23).

É o centro da pregação apostólica: os Apóstolos viram «a Sua glória, como de Unigênito do Pai» (Jo 1, 14). O que significa o nome:

Filho de Deus? Este nome significa a relação única e eterna de Jesus Cristo com Deus seu Pai: Ele é o Filho Único do Pai e o próprio Deus. Crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus é necessário para ser cristão.

Por que Deus enviou seu Filho?

Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial. Deus Pai cumpre as promessas feitas a Abraão e à sua descendência.

Quais são os três Ministérios de Cristo?

O Pai mandou Jesus para nEle formar o novo povo de Deus, no qual são chamados todos os homens e a Ele constituiu herdeiro de todas as coisas, para ser Mestre, Rei e Sacerdote Universal, cabeça do novo e universal Povo dos Filhos de Deus.

De que maneira Jesus é Senhor?

O Nome Senhor ("Kyrios") designa a soberania divina. Confessar ou invocar Jesus como Senhor é Crer na sua divindade. Ao longo de toda a sua vida pública, seus gestos de domínio sobre a natureza, sobre as doenças, sobre os demônios, sobre a morte e o pecado, demonstravam a sua soberania divina.

Ao atribuírem a Jesus o título divino de Senhor, as primeiras confissões de fé da Igreja afirmam, desde o início, que o poder, a honra e a glória devidos a Deus Pai cabem também a Jesus, por ser Ele de "condição divina"(Fl 2,6) e ter o Pai manifestado esta soberania de Jesus ressuscitando-o dos mortos e exaltando-o na sua glória.

Desde o princípio da história cristã, a afirmação do senhorio de Jesus sobre o mundo e sobre a história significa também o reconhecimento de que o homem não deve submeter a sua liberdade pessoal, de maneira absoluta, a nenhum poder terrestre mas somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo: "César não é o "Senhor". A Igreja crê que a chave, o centro e o fim de toda a história humana se encontram no seu Senhor e Mestre Como se deu a Encarnação de Jesus?

"O Verbo de fez carne" - Jo 1,14. A Igreja denomina "Encarnação" o fato de o Filho de Deus ter assumido uma natureza humana para realizar nela a nossa salvação.

"Sendo Ele de condição divina, não se considerou o ser igual a Deus como algo a se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a Si mesmo e assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. E achando em figura de homem, humilhou-se e foi obediente até à morte e morte de Cruz!" (Fl 2,5-8). A fé na Encarnação verdadeira do Filho de Deus é o sinal distintivo da fé cristã:

"Nisto reconheceis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio da carne é de Deus"(1Jo 4,2).

De que maneira Jesus é verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem?

Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus e homem (tanto Deus como igualmente homem): é Deus gerado antes dos séculos da substância do Pai, e é homem nascido no século da substância da Mãe; perfeito Deus, perfeito homem, subsistente de alma Racional (dotada de razão) e carne humana; igual ao Pai segundo a divindade, inferior ao Pai segundo a humanidade;

Ele apesar de ser Deus e homem, contudo não é dois mas um só Cristo; um só, porém não pela transformação da divindade em carne (na carne), mas pela assunção da humanidade em Deus; absolutamente um só, não por confusão da substância mas pela unidade da pessoa. Pois como uno é alma racional (dotada de razão) e carne, assim o Cristo uno é Deus e homem.

Como se deu a Morte Redentora de Cristo?

"Jesus foi entregue segundo o desígnio determinado e a presciência de Deus" (At 2,23). Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as Escrituras, e sua morte cumpre em particular a profecia do Servo Sofredor.

A nossa salvação deriva da iniciativa de amor de Deus para conosco, pois "foi Ele quem nos amou e enviou seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados (1Jo 4,10). Foi Deus que em Cristo reconciliou o mundo consigo" (2Cor 5,19). Nisto consiste a redenção de Cristo:

Ele "veio dar a sua vida em resgate por muitos" (Mt 20,28), isto é, "amar os seus até o fim" (Jo 13,1), pra que sejais "libertados da vida fútil que herdastes dos seus pais" (1Pd 1,18).

Por que Jesus é o Cordeiro de Deus?

Depois de ter aceito dar-lhe o Batismo junto com os pecadores, João Batista viu e mostrou em Jesus o "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo"(Jo 1,29). Manifesta assim que Jesus é ao mesmo tempo o Servo Sofredor que se deixa levar silencioso ao matadouro (Is 53,7) e carrega o pecado das multidões, e o Cordeiro Pascal símbolo da redenção de Israel por ocasião da primeira Páscoa (Ex 12,3-14). Toda a vida de Cristo exprime a sua missão: servir e dar sua vida em resgate por muitos( Mc 10,45).

Por que a Morte de Cristo é o Sacrifício único e perfeito? E onde ele se consuma?

A Morte de Cristo é ao mesmo tempo o sacrifício pascal que realiza a redenção definitiva dos homens pelo "Cordeiro que tira o pecado do mundo"(Jo 1,29) e o sacrifício da Nova Aliança que recoloca o homem em comunhão com Deus, reconciliando-o com Ele pelo "sangue derramado por muitos para a remissão dos pecados" (Mt 26,28). Na Cruz, Jesus consuma seu sacrifício.

É "o amor até ao fim"(Jo 13,1) que confere seu valor de redenção e de reparação, de expiação e de satisfação ao sacrifício de Cristo. Ele nos conheceu e amou na oferenda de sua vida. A caridade de Cristo nos compele, quando consideramos que um só morreu por todos e que, por conseguinte, todos morreram"(2Cor 5,14).

Nenhum homem, ainda que o mais santo, não tinha condições de tomar sobre si os pecados de todos os homens e de oferecer-se em sacrifício por todos.

A existência em Cristo da Pessoa Divina do Filho, que supera e, ao mesmo tempo, abraça todas as pessoas humanas, e que o constitui Cabeça de toda a humanidade, torna possível o seu sacrifício redentor por todos. "Sua sanctíssima passione in ligno crucis nobis iustificationem meruit"

- Pela sua santíssima Paixão no madeiro da cruz mereceu-nos a justificação", ensina o Concílio de Trento. E a Igreja venera a cruz cantando:

"O Crux, ave, spes unica - Salve, ó Cruz, única esperança".(Catecismo Igreja Católica n. 616- 617).

Qual a Nossa Participação no Sacrifício de Cristo?

Jesus chama seus discípulos a "tomar Sua cruz e O segui-lo"(MT 16,24), pois "sofreu por nós, deixou-nos um exemplo a fim de que sigamos os seus passos"( 1Pd 2,21). Quer associar a seu sacrifício redentor aqueles mesmos que são os primeiros beneficiários dele. Isto realiza-se de maneira suprema em sua Mãe, associada mais intimamente do que qualquer outro ao mistério do seu sofrimento redentor.

"Fora da cruz não existe outra escada por onde subir ao céu" (Santa Rosa de Lima)

Como Entender que Cristo Desceu aos Infernos?

Na expressão "Jesus desceu à mansão dos mortos" o símbolo dos Apóstolos confessa que Jesus morreu realmente, e que, pela sua morte por nós, venceu a morte e o Diabo, "o dominador da morte"(Hb 2,14). O Cristo morto, na sua alma unida à sua pessoa divina, desceu à Morada dos Mortos. Abriu as portas do Céu aos justos que o haviam precedido.

Lá foi como salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados. A morada dos mortos é designada pelas Escrituras como os infernos, o sheol ou o Hades, onde todos estão privados da visão de Deus.

Tanto justos como os maus, estão à espera do Redentor, o que não significa que suas sortes sejam iguais. Jesus não desceu aos infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para libertar os justos que o haviam precedido.

Como Cristo Ressuscitou ao Terceiro Dia?

A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, juntamente com a Cruz pregada como parte essencial do Mistério Pascal.

Os padres da Igreja contemplam a Ressurreição a partir da Pessoa Divina de Cristo que ficou unida à sua alma e a seu corpo separados entre si pela morte:

"Pela unidade da natureza divina, que permanece presente em cada uma das duas partes do homem, estas se unem novamente.

Assim, a morte se produz na separação do composto humano, e a Ressurreição, pela união das duas partes separadas". (São Gregório de Nissa).

O Corpo ressuscitado é o mesmo que foi martirizado e crucificado, pois ainda trás as marcas de sua paixão. Porém este corpo é agora glorioso, Sua humanidade a partir daí não pode ficar presa à terra, mas já pertence exclusivamente ao domínio divino do Pai. Cristo, "primogênito dentre os mortos" (Cl 1,18), é o princípio da nossa própria ressurreição, desde já pela justificação da nossa alma, mais tarde pela vivificação do nosso corpo.

Depois de sua morte e ressurreição, onde está Cristo?

"E o Senhor depois de ter-lhes falado, foi arrebatado ao Céu e sentou-se à direita de Deus" (Mc 16,19). O corpo de Cristo está glorificado desde o instante da sua Ressurreição, como provam as propriedades novas e sobrenaturais de que desfruta a partir de agora seu corpo, em caráter permanente.

Por direita do Pai entendemos a glória e a honra da divindade, onde aquele que existia como Filho de Deus antes de todos os séculos como Deus e consubstancial ao Pai se sentou corporalmente depois de encarnar-se e de a Sua carne ser glorificada.

O sentar-se à direita do Pai significa a inauguração do Reino do Messias. Jesus Cristo cabeça da Igreja, nos precede no Reino glorioso do Pai para que nós, membros de seu Corpo, vivamos na esperança de estarmos um dia eternamente com Ele. E tendo entrado um vez por todas no santuário do céu, Jesus Cristo intercede sem cessar por nós como mediador que nos garante permanentemente a efusão do Espírito.

O quer dizer: Jesus virá julgar os vivos e os mortos?

Cristo Senhor já reina pela Igreja, mas ainda não lhe estão submetidas todas as coisas deste mundo. O triunfo do Reino de Cristo não se dará sem a última investida das potências do mal. No dia do juízo, por ocasião do fim do mundo, Cristo virá na glória para realizar o triunfo definitivo do bem sobre o mal, os quais, como o trigo e o joio, terão crescido junto ao longo da história.

Ao vir no fim dos tempos julgar os vivos e os mortos, Cristo glorioso revelará a disposição secreta dos corações e retribuirá a cada um segundo suas obras e segundo tiver acolhido ou rejeitado a sua graça.